Empoderamento Feminino: Entenda o que é e sua importância

“Numa sociedade que lucra com a nossa insegurança, gostar de si mesma é um ato de rebeldia”.

Empoderamento. Que palavra assustadora,  pra  alguns homens não é? Esse termo representa e dá significado  ao poder das mulheres. A expressão  “empoderamento feminino ” mantém a simbologia da autoridade, o fortalecimento do gênero através de suas ações, profissões e o papel que a mulher desempenha em meio a sociedade.

A ideia geral é muito bonita, mas o que vem sendo observado é uma distorção de significados do mercado de consumo para a grande simbologia que esse termo representa.

Em entrevista para a Revista Lolla e o site Beleza Moderna,  a Professora Doutora Cláudia Bonfim, ressaltou o  verdadeiro significado do empoderamento feminino, que  está no conhecimento e na autonomia socioeconômica que as mulheres podem alcançar e desenvolver, pois, assim, o gênero obtem de fato, o poder de escolha, decisão e influência, não só de compra e consumo, mas de direcionamento das próprias vidas e das famílias que formam ou pertencem.

Sob o ponto de vista individual, cada uma de nós precisa aplicar o nosso conhecimento, trabalhando com dedicação e eficiência para produzir resultados positivos, seja para nossa própria empresa, seja para aquela em que trabalhamos. Somos agentes de influência, e isso torna as mulheres “empoderadas” , capazes de ser independentes, criar e desenvolver nossa própria autoridade sendo exemplo para outras e ser capazes de estender as mãos pra àquelas que não estão conseguindo trilhar seus caminhos sozinhas.

Abaixo, você encontra alguns exemplos de verdades que você precisa compreender para se tornar ainda mais poderosa:

  • Mulheres não são culpadas por serem abusadas. A culpa é exclusivamente do abusador! (Independentemente da roupa que elas usam!).
  • Mulheres não são propriedades de seus pais, namorados e maridos.
  • Mulheres não precisam ganhar menos que seus maridos para fazê-los se sentir melhores e mais seguros.
  • Mulheres não devem ganhar menos que os homens desempenhando a mesma função só por que elas podem engravidar.
  • Mulheres que não gostam de ouvir piadas de conotação sexual e exigem respeito no ambiente de trabalho não estão “fazendo drama” nem querendo “chamar a atenção”.
  • Se sentir incomodada ou com medo por ouvir piadinha e assobio na rua não é “fazer drama”.
  • Não permita que homens te interrompam em uma conversa e se dirijam a você de forma desprezível pelo fato de você ser mulher.
  • Elimine a ideia de que existem “assuntos de homens” e “assuntos de mulheres”. Mulheres podem se interessar por tecnologia e homens podem se interessar por maquiagem. (E isso não tem a ver com o sexo ou com a opção sexual de alguém!)
  • Mulheres não são piores em ciências ou matemática que os homens.
  • Mulheres não são piores para dirigir, comparado aos homens.
  • Mulheres não são chefes ruins.

E nunca se esqueça, que ser mulher não é um sinônimo de ser sexo frágil,  e sim , de um gênero forte, guerreiro e capaz de fazer seu próprio destino, com escolhas próprias e com total poder e segurança.  Quer saber mais sobre essa entrevista? Veja o vídeo completo com a Doutora Cláudia Bonfim.

 

Jornalista Náthaly Baraldi

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *